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Notícia > 03 de Janeiro, 2018

3 de janeiro: Santíssimo Nome de Jesus

Nesta quarta-feira (3), exaltamos o Santíssimo Nome de Jesus. 

São José foi encarregado por Deus de o circuncidar o seu filho e lhe dar o nome de Jesus, conforme o anjo tinha dito a Virgem Maria: “Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus” (Lc 1, 30-31).
O Arcanjo Gabriel o confirma em sonho a José: “Enquanto assim pensava, eis que um anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos e lhe disse: José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados” (Mt 1, 20-21). Cabia ao pai dar o nome ao filho no costume judaico.
“Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o Nome que está acima de todos os nomes, para que ao Nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor” (Fil 2, 9-11).
O anjo deixou claro a São José a razão deste nome: “porque ele salvará o seu povo de seus pecados”. A palavra “Jesus” em hebraico quer dizer “Deus Salva” ou Salvador.
É no Nome de Jesus que os pecados são perdoados. “O Filho do Homem tem poder de perdoar pecados na terra” (Mc 2, 10). Ele pode dizer ao pecador: “Teus pecados estão perdoados” (Mc 2,5). E ele transmite esse poder aos homens – os Apóstolos – (Jo 20, 21-23) para que o exerçam em seu Nome. Jesus Cristo é o único Nome divino que traz a salvação e a partir de agora pode ser invocado por todos, pois se uniu a todos os homens pela Encarnação.
O nome do Deus Salvador era invocado uma só vez por ano pelo sumo sacerdote para a expiação dos pecados de Israel, depois de aspergir o propiciatório do Santo dos Santos com o sangue do sacrifício. O propiciatório era o lugar da presença de Deus. Quando São Paulo diz de Jesus que “Deus o destinou como instrumento de propiciação, por seu próprio Sangue” (Rm 3,25), quer afirmar que na humanidade deste último “era Deus que em Cristo reconciliava consigo o mundo” (2Cor 5,19).

Inácio, após fundar uma ordem religiosa foi questionado pelos seus companheiros, como deveriam ser chamados, se Inacianos ou outro nome; ele respondeu que deveriam ser chamados companheiro de Jesus, já que em uma visão, chamada visão de La Storta, o Pai dizia ao Filho que tomasse Inácio como seu companheiro e depois, se dirigindo a Inácio, que ele acompanhasse Jesus. Inácio fez questão de deixar claro que são companheiros de Cristo carregando a cruz, por isso, os religiosos da Companhia de Jesus se chamam “jesuítas”.
O monograma de Cristo (IHS) é o emblema da Ordem dos Jesuítas. Foi dado à Ordem pelo seu fundador, Santo Inácio de Loyola. A Ordem dos jesuítas difundiu a Christograma em toda a Europa e o resto do mundo.

 

Por: Amex/ Comunicação Santuário Nacional