Ao percorrer a cidade que leva seu nome, a carreata de domingo, juntamente com a Procissão luminosa do sábado, abriram a Festa Nacional de São José de Anchieta. Uma saída em preparação para a acolhida das peregrinações em razão da Festa anual do Apóstolo e Padroeiro do Brasil.
Por Ligia Maria Fiorio Custódio Pessin
As festas religiosas conservam a força de gerarem dias santos, são um verdadeiro tempo de graça.
No domingo, dia 02, uma carreata conduziu a relíquia do Santo Apóstolo do Brasil às ruas do município que leva seu nome e conserva seu Santuário.
Inúmeros foram os veículos que percorreram o trajeto que teve início na região de Mãe-Bá e seguiu até o Santuário, passando por várias comunidades e o maior número possível de ruas na sede de Anchieta.
“Foi algo muito bonito, muito envolvente. Rezamos e demos a bênção com a relíquia. Terminamos com a Missa às 19h, no Santuário repleto de pessoas”, descreveu o padre Bruno Franguelli.
Foram aproximadamente 3 horas que prepararam o coração das pessoas e as ruas da cidade. Uma experiência capaz de reavivar a esperança que neste lugar se manifesta fortemente nas peregrinações ao Santuário, em razão da Festa de São José de Anchieta.
“Despertar e convidar o município para acompanhar conosco a Festa. Desejamos que todos se sintam abençoados por São José de Anchieta”, explicou o sacerdote jesuíta.
A carreata foi convite para encontrar Deus nas realidades cotidianas e nos desconhecidos peregrinos que virão. Foi alegria envolvente e acolhedora.
A carreata foi encontro. Um movimento de confiar-se docilmente às mãos de Deus. Docilidade esta que Anchieta viveu na sua entrega total a Cristo vivendo para acolher aqueles desconhecidos que a providência os confiou e se converteram em amigos e irmãos.
Exemplo da igreja em saída, como pede o Papa Francisco, prática da cultura do encontro, como testemunhou o Apóstolo do Brasil, a carreata foi uma procissão.
